[Entrevista a Tiago Vilaça] “Más práticas” na atividade de Intermediação de Crédito! 💼🔍

Em entrevista ao Público, o presidente da ANICA, Tiago Vilaça, traz um olhar claro sobre a atividade dos Intermediários de Crédito, revelando que se têm tornado essenciais ao facilitar o processo de crédito e ao ajudar na redução dos custos de financiamento.

Público | Entrevista

Tiago Vilaça admite que há “más práticas” no sector e a criação de uma Ordem Profissional poderia ajudar a clarificar o mercado.

A transferência de Crédito e o acompanhamento ao cliente ⤵️

O movimento de transferências de Crédito, observado em 2022 e 2023 pela subida das taxas Euribor, impactou positivamente o trabalho dos Intermediários de Crédito, que ajudaram os consumidores na procura de melhores condições financeiras. Tiago Vilaça realça que os Intermediários de Crédito devem promover a transparência e a durabilidade nas relações com os clientes, acompanhando-os mesmo após a assinatura dos contratos.

A importância das propostas pré-aprovadas ⤵️

O presidente da ANICA reconhece “más práticas” no sector, como por exemplo, a preferência por simulações, ao invés de propostas pré-aprovadas. A maioria dos Intermediários de Crédito ainda recorre a simulações online, o que pode induzir em decisões menos informadas. Tiago Vilaça reconhece que a complexidade e o tempo dos bancos dificultam as propostas pré-aprovadas, mas reforça que só estas garantem condições fiáveis para o consumidor.

Necessidade de mais fiscalização e formação contínua ⤵️

A fiscalização dos Intermediários de Crédito é da responsabilidade do Banco de Portugal, com inspectores regionais para vinculados e não vinculados. Já em pontos de venda com Intermediários de Crédito que atuam a Título Acessório, a supervisão inclui “clientes mistério”, onde os inspectores operam anonimamente.

Tiago Vilaça defende a criação de uma Ordem Profissional independente para Intermediários de Crédito, com poder sancionatório e capacidade de impor formação obrigatória, como forma de elevar a qualificação dos profissionais e a confiança pública. No entanto, reconhece que, com apenas 300 Associados na ANICA, ainda há um longo caminho para atingir esta meta.

Ler a entrevista na íntegra!

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